Mostra "A Casa Xinguana" tem prazo de exibição prorrogado
| Endereço: av. Brig. Faria Lima, 2.705, Pinheiros, região oeste, São Paulo, SP. Classificação etária: livre | Leia mais no roteiro |
| As informações estão atualizadas até a data acima. Sugerimos contatar o local para confirmar as informações | |
da Folha Online
A mostra "A Casa Xinguana", em cartaz no Museu da Casa Brasileira (região oeste de São Paulo) teve seu tempo de exposição prorrogado para até 21 de setembro. A entrada é gratuita.
No local estão expostos 46 painéis fotográficos em preto e branco do antropólogo Milton Guran, que retratam a habitação tradicional dos povos indígenas do Parque Nacional do Xingu sob o ponto de vista da arquitetura, uso cotidiano, função social e dimensão simbólica.
| Divulgação |
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| Mostra "A Casa Xinguana" fica em cartaz no Museu da Casa Brasileira (SP) até dia 21/9 |
Uma das etapas construtivas da casa xinguana é representada por uma animação eletrônica e por uma maquete, utilizada para facilitar a compreensão dos aspectos técnicos da solução arquitetônica.
As fotos foram feitas em julho e agosto de 1978 por Guran, também curador da mostra. O texto que acompanha as obras é de Carlos Fausto, antropólogo do Museu Nacional (UFRJ) e especialista nas culturas indígenas da Amazônia, que está trabalhando, no momento, entre os Kuikuro do Alto Xingu.
Sempre tomando a casa como referência, são capturadas as imagens de diversos rituais, como o Quarup, o Jogo do Jawari e um casamento, que ancoram um painel de imagens bastante abrangente, embora sucinto, sobre a vida cotidiana dentro e em torno da casa. Algumas imagens remontam fatos ocorridos há quase 30 anos, como é o caso da documentação de um casamento tradicional Kuikuro, em torno do qual se constrói a exposição.
Embora a cerimônia de casamento seja bastante freqüente, e continue a mesma que a realizada três décadas atrás, esta é a única documentação fotográfica conhecida do ritual completo.
O Parque Nacional do Xingu, atualmente, abriga diversos povos indígenas de diferentes origens étnicas, que falam idiomas das principais famílias lingüísticas da América do Sul. Nesta exposição, o foco são as aldeias Kamayurá e Kuikuro, paradigmáticas desta área cultural.
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