Artista italiano Magnelli aproxima-se de vertente cubista
| Endereço: av. Pedro Álvares Cabral, s/ nº, portão 3, pq. Ibirapuera, São Paulo, SP. Classif. etária: livre. | Leia mais no roteiro |
| As informações estão atualizadas até a data acima. Sugerimos contatar o local para confirmar as informações | |
Fernando Masini
A obra do italiano Alberto Magnelli acompanhou a evolução das vanguardas europeias. O autor flertou com o futurismo e adotou o cubismo após ir morar em Paris, em 1914, e conviver com nomes como Guillaume Apollinaire e Pablo Picasso.
| Divulgação |
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| "A Leitora", de 1931, uma das 64 obras que compõem retrospectiva do pintor italiano Alberto Magnelli no MAC Ibirapuera, na zona sul |
De caráter retrospectivo, a mostra no MAC traz 64 obras do pintor, realizadas entre 1912 e 1969, com curadoria do francês Daniel Abadie.
Com a série "Explosões Líricas", que pode ser vista no museu, Magnelli "consegue consolidar uma linha pessoal em seu trabalho", de acordo com a análise da idealizadora da exposição, Lisbeth Rebollo Gonçalves.
Na produção que se segue, nota-se a retomada da figuração, com a reprodução de personagens e naturezas-mortas. Dessa fase, a obra "Tratamentos" é um dos exemplos em cartaz. "Mesmo na figuração, as composições estão dentro de uma vertente que deriva do cubismo", analisa Gonçalves.
Após uma visita às pedreiras de mármore, em Carrara (Itália), o artista criou uma de suas séries mais importantes, "Pierres", que também integra a exibição.
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