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23/01/2010 - 21h30

Guia testa cuscuz-paulista em três estabelecimentos de São Paulo

As informações estão atualizadas até a data acima. Sugerimos contatar o local para confirmar as informações

ADRIANA FERREIRA SILVA
editora do Guia da Folha

Clássico da cozinha paulista, o prato é uma raridade nos cardápios --onde ganha versões duvidosas.

Le Buteque
Tem recheio farto e saboroso, com camarão, palmito desfiado e é picante na medida. A massa, no entanto, estava pesada.

Apesar do nome, a casa do chef Erick Jacquin lembra mais um pequenino bistrô do que um bar. Em ambiente moderninho, serve menu enxuto e despretensioso, no qual se destacam o steak tartar e as lulas na chapa. Os doces são assinados pela pâtissière Amanda Lopes.
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Anita
A miniporção tem consistência cremosa, sabor "ok", mas quase nada de recheio (palmito, ervilha, abobrinha) e mal parece um cuscuz.

Um sobradinho de 1930, em Higienópolis, ganhou decoração charmosa e vintage. Na busca de uma comida típica paulista, aposta nos clássicos caseiros repaginados. Atesta sua tendência o frango empanado com farinha de rosca japonesa servido com creme de milho.
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Tubaína
O bar serve a versão "mole": numa tigela, mistura frango, castanhas, milho, ervilha, queijo gratinado e a farinha de milho. É qualquer coisa, menos cuscuz.

Tem pinta de descolado e ares aconchegantes. O nome da casa resume seu espírito: há quinze rótulos do refrigerante, mais drinques em que ele aparece como ingrediente. Entre os comes, pamonha salgada e coxinha de feijão. Serve chope.
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