Roteiro seleciona restaurantes que apostam em carta de drinques
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MARINA FUENTES
Colaboração para o Guia da Folha
Bons menus combinam com uma boa carta de vinhos. A idéia é clássica, e a associação é a primeira que vem a mente de quem busca um prazer completo à mesa de um restaurante. Mas essa tradição está mudando: algumas casas investem também em caprichados cardápios de drinques --perfeitos para começar bem a noite ou mesmo fazer arranjos com os pratos. O Guia selecionou alguns locais onde o bar, por si só, vale a visita.
| Jefferson Coppola/Folha Imagem |
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| Casas oferecem desde drinques e petiscos promocionais até entrada na balada em SP |
Arturito
O recém-aberto restaurante de Paola Carosella capricha nos drinques. A carta é dividida entre clássicos, martínis (como o saketini, que leva vodca preta, saquê e limão-taiti, R$ 22), aperitivos (como o passion bellini, com Cointreau, maracujá e espumante, por R$ 25), caipirinhas e misturas elaboradas com as últimas tendências da mixologia (os high end cocktails, como o smoky level, feito com a vodca Absolut Level, Syrup e gotas de uísque Jack Daniel's, por R$ 28).
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Capim Santo
O restaurante de Morena Leite investe em ingredientes brasileiros nos pratos e nos drinques. Seu carro-chefe é a caipirinha de capim-santo, feita com vodca ou cachaça e batida com essência de capim-santo, abacaxi e gelo (R$ 14,60). Um drinque que ainda não consta na carta, mas que é elaborado pelos bartenders, é uma versão suave da batida de coco, feita com a raspinha do coco-verde, pouco açúcar e cachaça ou vodca.
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Kinoshita
O experiente barman Henrique, ex-D.O.M, investe em novidades surpreendentes. Uma delas é o água do mar, que leva gin, sumo da casca de limão e calda de azeitona, que conferem um sabor salgado. Já o sofisticado Kinoshita Martíni é feito com amora, cramberry, limão-siciliano, Cointreau, saquê, vodca Cîroc e pedaços de gelatina de saquê presos na borda do copo, para serem degustadas a cada gole. Nem todas as opções constam na carta.
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| Tadeu Brunelli/Divulgação |
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| Drinque purple haze é um dos destaques do Museum, em SP |
Maní
Na casa de Helena Rizzo, uma nova carta de drinques acaba de ser elaborada com opções como o watermelon (feito com Absolut Vanilla e suco de melancia, por R$ 19) e o Manhattam Perfect (uísque americano, vermute tinto, vermute seco e Angostura). Há também interessantes versões de clássicos, como o mojito apple (que acrescenta suco e licor de maçã-verde à fórmula clássica do mojito, por R$ 19).
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Museum
O "dinner club" aproveita a aproximação da primavera para lançar drinques que levam flores. O purple haze chama a atenção pela cor roxa, garantida pelo mix de sucos cítricos e um xarope de violeta, acrescidos à vodca. A bebida também é base para o clockwork orange, com licor de pêssego, xarope de tangerina, suco de abacaxi, hortelã e água de flor-de-laranjeira.
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