Walderez de Barros volta ao teatro com tragédia "Hécuba"
| Direção: Gabriel Villela. 60 minutos. Não recomendado para menores de 12 anos. | Leia mais no roteiro |
| As informações estão atualizadas até a data acima. Sugerimos contatar o local para confirmar as informações | |
MARIA LUÍSA BARSANELLI
DE SÃO PAULO
A tragédia "Hécuba", de Eurípedes, ganha nova montagem, dirigida e adaptada por Gabriel Villela --a peça entrou em cartaz nesta sexta-feira (18), no Teatro Vivo (zona sul de São Paulo).
Walderez de Barros, que estava longe dos palcos havia seis anos, vive a personagem-título, a rainha de Troia, que, após ver sua cidade invadida e destruída pelos gregos, decide vingar cruelmente a morte dos filhos.
"A peça discute o limite tênue entre vingança e justiça", explica a atriz. "A dor de Hécuba não é uma dor qualquer. É uma dor mítica."
| João Caldas/Divulgação | ||
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| Walderez de Barros (centro) em cena de "Hécuba", tragédia de Eurípedes com direção de Gabriel Villela |
PRESTE ATENÇÃO
Figurino
Também assinado por Villela, faz um contraste entre a figura escura de Hécuba e as vestes coloridas (e com referências a festas populares) dos demais personagens. São usadas máscaras confeccionadas pelo artista plástico Shicó do Mamulengo. Os adereços, segundo o diretor, ajudam a dar vozes impostadas aos intérpretes.
Música
Os atores cantam durante boa parte da encenação, acompanhando a trilha de Ernani Maletta, que se inspirou no repertório do bósnio Goran Bregovic.
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