Peça "Ciranda" faz rir e chorar com discussão entre mãe e filha
| Direção: José Possi Neto. Duração: 80 minutos. Não recomendado para menores de 12 anos. | Leia mais no roteiro |
| As informações estão atualizadas até a data acima. Sugerimos contatar o local para confirmar as informações | |
FABIANA SERAGUSA
DE SÃO PAULO
Você não sabe se ri ou se chora, mas acaba fazendo os dois. É que a peça "Ciranda", em cartaz às quartas e quintas-feiras no teatro Eva Herz (no Conjunto Nacional da av. Paulista), mostra sentimentos e atitudes que todos nós temos, em algum momento e em diferentes níveis.
| João Caldas/Divulgação |
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| Daniela Galli (esq.) e Tania Bondezan (dir.) interpretam filha e mãe, respectivamente, na peça "Ciranda", em cartaz às quartas e quintas |
Um exemplo é a filha que abnega o jeito "equivocado" da mãe de levar a vida e briga com ela o tempo todo, mas depois, nos piores momentos, percebe que era exatamente disso que precisava. Que era tudo amor.
Mas não é só drama não, até porque o nome da moça é Boina (uma "homenagem" a Che Guevara) --e isso arranca boas risadas do público.
Com Tania Bondezan e Daniela Galli no elenco e direção de José Possi Neto, o texto da jornalista Célia Forte (que também escreveu a comédia "Amigas, pero No Mucho") retrata um período de 15 anos na vida dessa família.
São dois atos, onde a dupla de atrizes se reveza nos papéis femininos (primeiro são mãe e filha, depois, filha e neta).
Em meio à relação conturbada entre uma mãe solteira de 50 anos, dona de um restaurante vegetariano, e sua filha de 33, executiva e casada com um estrangeiro, o público percebe como pode ser duro e até patético esse choque de personalidades, com maneiras tão diversas de encarar a vida. Mas também vê que tudo fica melhor e mais fácil com bom humor.
"Ciranda" fica em cartaz até a próxima quinta (29), com sessões às 21h. O ingresso custa R$ 40.
| João Caldas/Divulgação | ||
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| Discussões entre mãe e filha provocam emoções variadas durante a peça "Ciranda", escrita por Célia Forte |
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