Bar do Ipiranga serve caipirinha de cerveja e garrafa de R$ 590

Crédito: Amon Borges/Folhapress

Já experimentou ou ouviu falar de caipirinha de cerveja? Esse é um dos destaques do Venezas Bar, que fica no Ipiranga (zona sul de São Paulo).

Com ambiente familiar e amigável, a casa aposta em cervejas para se diferenciar: são cerca de 500 rótulos disponíveis.

Há quase 12 anos no ponto, o beer sommelier Carlos Alberto Junior, 35, conta que a receita dessa caipirinha surgiu de uma brincadeira. "Um amigo meu fez com o pessoal na praia e me contou. Daí pensei em incrementar o drinque", afirma.

Hoje, a bebida refrescante é preparada com vodca, cerveja, groselha, açúcar e sal na borda da taça de um litro (R$ 19,90). "É um drinque montado para misturar na boca", destaca Junior, já que a groselha e o açúcar formam duas camadas bem definidas mais ao fundo.

Servida bem gelada, é uma opção agradável para tomar em uma das mesinhas na calçada e ouvindo música ao vivo, que rola no bar de quarta a sábado.

Crédito: Divulgação Porção de bolinho de camarão com queijo (R$ 22,90) é um dos petiscos mais pedidos no Venezas Bar

COMES E BEBES

Embora tenha 380 rótulos catalogados no cardápio, Junior afirma que chega a 500 o número de cervejas disponíveis no bar. Com tantas opções, ele exemplifica o bom relacionamento com os clientes: "O pessoal até me pede sugestão do que beber também. Isso é bem bacana".

Nessa seleção, está a Sink the Bismarck com 41% de teor alcoólico, 355 ml e que chama a atenção pelo preço: R$ 590. "É uma cerveja escocesa especial para beber em pequenas doses com os amigos", ressalta.

Na carta de bebidas ainda consta a cerveja preferida de Homer Simpsons: a Duff (R$ 10).

Para comer, a porção de bolinho de camarão com queijo (R$ 22,90) e a picanha no réchaud (R$ 49,90) são boas pedidas.

COMEÇO

"Eu já visitava aqui e estava sempre cheio. O dono resolveu vender, mas eu não queria entrar no ramo que minha família já seguia. Um dia mudei de ideia e comprei", conta Junior, que também é formado em publicidade e já foi até da equipe de segurança de Fernando Henrique Cardoso, entre 1995 e 1997.

Quando comprou o bar, Junior trabalhava apenas com serviço de almoço no local. "Mas aí pensei: por que não me especializar? Pensei em cerveja. Até combina com a minha barriga", brinca.

A intenção era ser uma alternativa no Ipiranga para as pessoas não precisarem ir a bairros próximos --como Vila Olímpia, Moema e Mooca-- e, no começo, eram apenas 35 rótulos disponíveis.

Informe-se sobre o local

Comentários

Ver todos os comentários Comentar esta reportagem

Últimas

Ver mais